Chega, chega. Pra que isso? Se ele estiver com alguém agora, e daí? Ele e eu não temos nada a ver, certo? Porque era bom e tal. Aliás, meu Deus, como era bom. Mas não era bom pra ficar junto, certo? Então pronto. Chega. Adulta, adulta…
Eu quis contar a nossa história como algo que deu certo, que teve um futuro. Que foi bom, repleto de felicidade. Como aquelas histórias que sempre terminam com um “felizes para sempre”. Eu quis contar que você me fez a pessoa mais feliz do mundo. Que tudo estava perfeito. Mas eu estaria mentindo se dissesse isso. A verdade é que, você partiu e me deixou. Não tem algo de bonito em perdas. E você foi e é uma mancha dolorida que eu, ainda não consigo apagar.
Para meu próprio bem tive que aprender a ignorar algumas coisas. Deixar passar despercebido, não causar alvoroço, não questionar… Mas veja bem, isso não significa que eu não perceba essas coisas e muito menos que sou bobo. Apenas vou jogando tudo no fundo da alma e se abusar muito, um dia ela fica tão cheia que vai explodir. E ai? Adeus né.
Você merece alguém que ame cada batida do seu coração.
Se você me ama, me deixa saber.
Era estranho, eu não queria mais falar com você e ao mesmo tempo estava morrendo de saudade.
Que Deus nos ajude e nos proteja. Isso aqui está o caos.
Eu tô seguindo em frente, tentando não quebrar a cara em cada esquina. Mas sabe como é, é difícil não tropeçar quando se está aprendendo a andar por conta própria.
A gente é como um castelo de papel. Um só sopro de palavras pode nos deixar no chão.
Se você sair desse quarto e se concentrar em outras coisas, em vez de ficar pensando em quem machucou o seu coração, ele vai sarar muito mais rápido. Só o tempo vai amenizar o que você está sentindo. E ele dá a impressão de passar muito mais rápido quando estamos ocupados ou nos divertindo.